sábado, 11 de junho de 2011

Engenhosa
Daiane colombi

Por volta do séc. XIX nas grandiosas montanhas de Los Andes no Chile, um objeto de aparência estranha, que mais parecia uma obra mau feita de um cientista (sem dedos) maluco, foi avistada pelo historiador Ville Betunii. Nem esforços minuciosos, trabalhos contínuos e algumas pílulas para dor de cabeça bastaram para a compreensão daquela geringonça de parafusos soltos, que media 2 metros de altura e 1 metro de largura.
Ville entregou sua vida a um estudo profundo de reflexão sobre o objeto, analisou cada detalhe, e logo percebeu que o paradoxo que jazia em sua sala era o maior invento de todos os tempos. A máquina não só pertencia ao mundo físico, era envolto de algo sobrenatural, que irradiava energia sem precisar das modernidades humanas.
Para a tristeza da mulher de Betunii, a única pessoa que lhe deu efetivo valor em quanto vivo, Ville faleceu antes de completar sua teoria, mas como bom historiador fracassado que foi se preocupou em escrever passo a passo suas descobertas e testes que fizera na maquina durante sua ignóbil vida amargurada.
A máquina desde a perda de seu mentor ficou jogada numa sala, e como que sem importância estava tapada por um pequeno lençol fino de cor hospitalar. Porem num dia de sol e chuva Loreta, uma garota de aparência pálida, chegou à porta da casa da mulher do falecido fracassado e tocou a campainha-que não funcionava. Mas a mulher do defunto atendeu misteriosamente o chamado, é que ela estava por acaso olhando a paisagem da janela de seu quarto. Conversaram por um longo tempo, já que não dialogavam há muitos minutos com alguém.
Alguns anos se passaram (três anos), e Loreta finalmente descobriu a descoberta. Com a ajuda dos escritos de Betunii e sua criatividade imparcial, ela avistou uma abertura ao lado esquerdo da maquina levando a uma alavanca grossa de metal. Muito extraordinariamente a alavanca quando puxada brincava com o tempo, fazia a massa se transformar em energia e energia em massa, tele transportando quem quisesse pra lá e acolá.
Loreta ficou tão contente que até ganhou cor de gente, mas ela nunca revelou seu segredo-a não ser a um homem lindo de olhos verdades com quem trocava saliva, a sua querida mamãe de seios fartos, a vizinha que fazia bolos de chocolate, ao moço estrábico que cortava grama, a tia de sua mãe com nariz de batata e voz de peixe, ao padeiro que via unicórnios. O fato era que a garota descobriu uma maquina do tempo, e descobriu como usar a maquina do tempo! Desde então Loreta passou a brincar de ir e vir ultrapassando as barreiras da historia, mudando rumos, salvando pássaros e pessoas pelo tempo a fora.
Loreta morreu de desinteira num dia frio de agosto aos 104 anos, mas deixou sua descoberta para o mundo, que nunca descobriu nada. O que se tem duvida é, isso tudo aconteceu ou é um deslocamento das vias cerebrais de todos que nela tocaram? Um senhor psiquiatra afirmou a veracidade da maquina! Publicou vários depoimentos sobre sua viagem e de seus pacientes. O mistério permanece, e quem quiser saber mais é só fechar os olhos e imaginar... Pois tudo isso não passa de um sonho.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010


"Enquanto a raça humana aceitar Senhores e Deuses, nós estaremos aceitando uma existência da servidão. Quando nós finalmente lembrarmos que nosso próprio reino foi tomado, quando finalmente olharmos para nós mesmos como nosso próprio Mestre ou Deus, então e só então estaremos livres ."

Você é seu próprio deus, você é o mestre de seu destino – se você puder lembrar A Verdade.


Desafie, desafie... A verdade está diante de si!
O rei lagarto, não pode fazer o que quiser.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Máquina pepel, vestibular...

Máquina papel, Vestibular.

Há tempos! Não há laterais de saída. Sucumbindo pelo céu vejo abaixo serrados (alfa) (beta).
- Me espere- Sempre a perturbação.
Mente projetada pra baixo não vai pra frente, já dizia vovó.
Espere-me?! Pra ir aonde?! Quer que saiba “falar certo”, “saber número”, meiose e mitose, ângulos e catetos opostos.
Se quero saber? Até jacaré qué!
Mas como já dizia vovó, cabeça que aponta pro lado não vai pra frente!
Jacaré pergunta a cabeça pra baixo:
Sabes da tal máquina papel vestibular?
Secunda-lhe, pois então a cabeça:
-Sei sim.
-Estudas, não?
-Estudo sim.
-Sabes, não?
-Sei não!
Jacaré pergunta então a cabeça que aponta pro lado:
-Sabes da maquina papel vestibular?
Secunda-lhe a cabeça:
-Sei sim!
-Estudas, não?
-Estudo sim.
-Sabes, não?
-Sei não!
Jacaré abre a boca, quase que come a bola sol.
Jacaré pergunta pra cabeça pra frente:
-Sabes da máquina papel vestibular?
-Secunda-lhes, pois a cabeça:
-Sei sim!
-Estudas, não?
-Estudo sim.
-Sabes, não?
-Sei sim!
Jacaré ‘sabeu’ no instante. Estudar é pra todos, gostar é pra poucos.
Como já dizia vovó, cabeça que aponta pra frente, vai pra frente.



O terror do vestibular...
Boa sorte!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

...E agora?!

Numa conversa de mil vezes mil palavras e momentos, questionou-me um simples fato: o que é o agora. Como definir o agora. Uma fração de segundos, um conjunto de momentos dividido pela somas de cada agorinha de vida "sobre -vida"?! Só tenho a agredecer amiga Núbia, que me instigou a pensar mais sobre o agora! Obrigada pelo colapso mental.
Pensamentos revertidos a ventos , soprados pela memoria ao infinito da criatividade. Passa-tempo-passa-passa, vento mar maré, não se sabe o que passa pela fé. Nada e tudo pode se explicar, mas o agora nada vai mudar. Existe ontem, existe amanhã só o agora que foi passear. Ou reverte tudo e fingi que entendeu.

Ai vai minha dedicatoria aos amigos e o lual sem lua, com muito vento e chuva, num êxtasi de idéias, com certeza o melhor...



Amigo, pense. Faz bem. Mas só agora....

O que você está pensando agora? E agora? ...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...

domingo, 20 de setembro de 2009

Sátira.

O ócio Criativo.


O bom pai ogum soltou-se da garrafa. Há tempos estava preso, sem ver o raiar do dia.
Agora queria comer. Correu até o poço pra falar com amigo Ogilá.
- Fome, fome... pressa, cumer, cumer.
Ogilá que nada bobo era, correndinho foi às margens plácidas do heróico Brado, e exclamou aflito:
-Pai Ogum está cum fome, fome, pressa.
Brado rei das margens plácidas contemplou o gand sol da liberdade, para pedir ajuda. Então brilhou no céu da pátria naquele instante, letras gregas com mensagem sublime:
-Se o penhor!
Brado entendeu e agradeceu grand sol, e se direcionou a caminho do Se o Penhor da Igualdade.
-Se o penhor, vos dessa igualdade, que já conquistou com braço forte um dos seios do sol da liberdade, nos ajude. Ogum está cum fome, fome... pressa, cumer, cumer.
Se o Penhor secundou-lhe então:
Salve, salve bradinho. Mande salvações pro liberdade lá. Ogum, pai pai pai três vezes rogado por nós. Pai está cum fome? Ei de desbravar até a natureza própria do gingante, pra ofertar o bom pai Ogum.
Com a pressa de Maria cheia de graça, deu um pulo tão alto que caiu deitado na terra do gigante impávido.
Na disparada seguiu e topou cum a arvore Volomã. Nos galhos mais altos estava cheinha de frutos. Se o Penhor sacudiu e caíram as frutas.
Interceptou o tempo um grito colossal de longe.
- Quem na minha natureza se atreve a entrar.
Era o gigante impávido.
Se o penhor branqueou. Não obinha a força suprema pra enfrentar o gigante. Sentiu vontade de chorar.
A arvore Volomã recebeu três pedradas do gigante, que tentava acertar Se o Penhor. Na forma de revolta, retribuiu com sete frutos no chuí do Gigante. Gigante caiu no chão, e fez um barulho que acordou até os filhos do solo da mãe gentil.
Se o penhor derramando os frutos no chão de tanto correr, foi caçado pelo gigante que contava com uma corda de cabelos trançados de Iemanjá. Laçou e puxou Se o Penhor para seu castelo feito de ouro e cristais.
No calabouço Se o Penhor era colega de cela de Pátria. Essa lhe contou a historia, de como havia sido presa pelo gigante. Pátria era um dos filhos do solo da mãe gentil. Ela e seus irmãos Amada e Brasil, tinham herdado os super poderes da sua Tia Terra.
Se o penhor pediu então que lhe ajuda-se. Pai Ogum estava cum fome, fome... pressa, cumer, cumer.
A pátria com o poder vocal atômico, berrou tão alto que ecoou lá no berço esplendido. América escutou o suplicio.
- Ó pai ogum está cum fome, fome... pressa, cumer cumer!
América namoradinha de Brasil o irmão da Pátria, vivia deitada no seu palácio do berço esplendido ao som do mar a banda de candomblé preferida. Pasma com o suplicio de Pátria cunhada, levantou-se depois de 10 anos deitada. Correu até o jardim, mas já fadigada voltou pra tomar água. América obesa de dar dó. Da sua janela então, iluminou o novo mundo, ordenou que caísse uma chuva de lagostas pra servir o bom pai Ogum.
Tia terra, risonha, linda com fios de flores com vida e amores era muito vaidosa. Interceptou o pedido de lagostas.
- Ninguém não! Ninguém estraga meus fios de flores.
Com muita fúria de saber que o gigante da própria natureza havia prendido sobrinha Pátria, largou terremotos. Tão forte foi, trouxe de imediato Se o Penhor e a pátria até ela.
-Ogum está cum fome, fome... pressa, cumer cumer. -Esboçou pra fora da boca sobrinha Pátria.
- Ogum pai três vezes rogado por nos não pode ter fome. Vão para o lábaro.
O lábaro que ostenta os estrelados era um lugar mágico.
Com ajuda da tia terra, num bruto chute caíram de para quedas no reino encantado.
Verde-louro dessa flâmula, belo príncipe no reino do lábaro, veio.
- A que devo a honra dessa visita?
Secundou então Se o Penhor:
- Verde-louro príncipe II, vos que é belo, nos concede a formula da paz da glória no futuro e no passado. Pai ogum se libertou da garrafa e tem fome, fome... pressa, cumer, cumer.
O corpo dele relumeava de ouro cinzado. De suas entranhas jorrou a formula da paz da gloria.
Com um pulo de cinqüenta vezes cinqüenta km, Pátria agarrada no colo de Se o Penhor foram parar no poço onde estava Ogum. A formula se transformou num lindo banquete,
saciando a fome de Ogum. Ele agradeceu festarejando, com a presença da grande banda mar. Onde todos felizes embriagaram-se até secretarem líquidos verdes pela boca.
Lá a riba no céu de anil, Joaquim fumava um cachimbo. Emocionado com a historia, mandou carta pro amigo Francisco.

-HINO NACIONAL.

Deu frutos ao pensamento do receptor, que originou um famoso poema aí. Dizem até que se chama Pátria o Lugar, em homenagem.
Bom seria se fosse real, pois não coincidi com a verdadeira historia do lugar. Mas deixe, Importa é que Pai ogum cumeu, cumeu.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Os governos de Brasil e Paraguai assinaram um pacto bilateral selado em julho, segundo o qual Assunção passará a receber três vezes mais pela energia da hidrelétrica de Itaipu que vende ao país vizinho.

"Já não somos o Paraguai que recolhe migalhas", afirmou Lugo, que discursou após assinar o documento. "Temos um plano de diálogo com o mundo que flui com a força ética da participação cidadã de 20 de abril", complementou, referindo-se ao dia em que foi eleito, no ano passado.

America Economica
02/09/09


"A Verdadeira História de Itaipu"

A maior Usina hidrelétrica do mundo, a Itaipu, é binacional. Fica no trecho de fronteira entre Brasil e Paraguai. Se estende desde Foz do Iguaçu, no Brasil, Ciudad del Est, no Paraguai ao sul, até Guaira (Brasil) e Salto del Guaira (Paraguai), ao Norte.
Desde que a idéia de erguer a maior usina hidreletrica começou, o projeto foi todo brasileiro. O Paraguai na época não tinha condiçoes nem interesse em construir Itaipu. Ora, pois, atualmente ela fornece menos de 15 % de enrgia ao Paraguai.
Na época de estudo da construção da usina, os engenheiros brasileiro, projetavam que a construção fosse somente brasileira. Dentre muitas revoltas do Paraguai, que afirmava que uma parte se estendia em seu territorio, não foi possivel transformar o projeto nacional.
Brasil e Paraguai, que na época viviam em plena ditadura, fizeram um acordo. Como Paraguai não tinha condiçoes de arcar com beneficios financeiros para a construção, firmou-se um pacto. O Brasil bancaria o projeto, sendo que ambos os paises receberiam metade da energia gerada, aquele que não consumise toda a energia produzida, seria obrigado a vendar o restante ao outro país a preço de custo, no caso Paraguai. E essa ERA a forma do pagamento da divida.
Ao todo a obra teve um custo de U$S 30 bilhões, foi Banco do Brasil que emprestou a parte paraguaia da composição do capital inicial de US$ 100 milhões. Ficou estipulado que o Paraguai deveria cobrir a divida ao longo de 50 anos, vendendo parte de sua energia num preço de fato baixo.
Concluímos então que a idéia primordial, o capital, projeto, mão de obra, foi totalmente Brasileira. E nossa grande usina é binacional.
Agora com a eleição do Presidente Fernando Lugo em 2008, entra em contrapartida a reavaliação do custo da energia cedida ao Brasil. Com as alianças feitas o Brasil pagará U$S 320 milhões ao invés dos U$S 120 milhões anteriores.
Fica ai uma concordância ou discordância, o que é o melhor e o que é viável. O presente ou o Futuro.
A muitas intenções por de trás de ações. Por isso pensem.


O que você faria?

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Nas Coordenadas


Na superfície do papel, projeções cartográficas. De forma plana mostrando-me dimensões terrestres, trópicos, latitudes, acidentes gráficos naturais ou artificiais, paralelos e meridianos formando 90°, tudo aquilo que representa.
Naquele especifico azimutal, onde as distorções são maiores, abre uma nova percepção. Porque não girar a 180° graus o mapa mundi? Ora, podemos obter o mesmo resultado.
Diz meu professor que é de suma importância tal conhecimento cartográfico, que não devemos nos enganar ao olhar o mapa. Que países subdesenvolvidos sempre serão subdesenvolvidos. E devemos mudar nossa consciência para ajudar.
Mas nunca seremos justos, se não olharmos aquelas criancinhas, e escutar seus prantos convulsivos de fome, de dor e decepção. Tenho eu também que me acostumar. Deixe um pouco os mapas, deixa que o norte seja o norte. Pra quem precisa de ajuda, as atitudes valem muito mais.
Do que adianta a nós e a eles saber tanta história e geografia, se no próximo dia não saberemos a quem mais eles mataram!
Pensem naquele especifico azimutal. Pensem que nele existem criancinhas chorando de fome e não por uma coordenada geográfica.