quarta-feira, 1 de agosto de 2012

  
ECONOMIA BASEADA EM RECURSOS NATURAIS

Todos os sistemas sociais, independentemente da filosofia política, crenças religiosas, ou costumes sociais, no final das contas depende dos recursos naturais, isto é, ar e água limpa, terra arável, tecnologia e pessoal necessários para se manter um elevado padrão de vida.
Expressa de forma simples, uma economia baseada em recursos utiliza os recursos existentes em vez de dinheiro e provê um método equitativo para distribuir esses recursos da maneira mais eficiente para toda a população. É um sistema no qual todos os bens e serviços estão disponíveis sem o uso de dinheiro, crédito, escambo, ou qualquer outra forma de débito ou servidão.
A Terra é abundante em recursos; hoje em dia, nossa prática de racionalizar recursos através dos métodos monetários é irrelevante. Quando a educação e os recursos são disponibilizados para todas as pessoas sem uma etiqueta de preço, não há limites para o potencial humano. Embora isso seja difícil de se imaginar, até a pessoa mais rica de hoje estaria em situação muito melhor numa sociedade baseada em recursos como proposta pelo Projeto Vênus.

CONHEÇA O PROJETO VÊNUS.

O Projeto Vênus é uma organização que propõe um plano tecnicamente viável de ação para a mudança social, trabalhando por uma civilização global pacífica e plenamente sustentável. Ele promove uma alternativa na qual os direitos humanos não são meras proclamações no papel, mas um modo de vida. Esta proposta é a implementação da economia baseada em recursos, que pode ser entendida como a plena aplicação do método científico e da tecnologia de ponta para o benefício de todo ser humano sob a face da Terra, muito além dos obsoletos valores sociais do sistema financeiro vigente.
Embora não seja a única, o Projeto Vênus é a maior contribuição técnica no trabalho de conscientização social sustentada pelo Movimento Zeitgeist em todo o mundo. Este projeto tem sido desenvolvido mais intensamente desde a década de 1960 pelo cientista social Jacque Fresco. O nome da proposta é uma referência ao centro de estudo do projeto, localizado em Vênus, nos Estados Unidos.
O desenvolvimento científico leva à conclusão de que o comportamento humano pode ser modificado, tanto para uma atividade construtiva como para uma destrutiva. É disso que o Projeto Vênus se trata: direcionar nossa tecnologia e recursos à realidade, para o benefício máximo das pessoas e do planeta, buscando novas maneiras de pensar e viver que enfatizem e celebrem o vasto potencial do espírito humano. Nós temos à mão as ferramentas para projetar e construir um futuro digno de nosso potencial agora mesmo. O Movimento Zeitgeist sustenta a direção apontada pelo Projeto Vênus para a humanidade, nova e arrojada, que requer nada menos que o replanejamento de nossa cultura, valores, hábitos e tudo o mais.
      
As imagens de estrutura técnica não são uma tentativa de predizer o que será feito, apenas o que poderá ser feito. A responsabilidade por nosso futuro está em nossas mãos, e depende das decisões que tomamos hoje mesmo. O maior dos recursos disponíveis é, em última análise, nossa própria engenhosidade.

SAIBA MAIS EM: PROJETANDO O FUTURO


quarta-feira, 6 de julho de 2011

TEORIA DO AMOR. Segundo livro Fedro de Platão

Daiane L.Colombi.

RESUMO

Neste texto apresenta-se a intensidade dramática sobre os mistérios do amor, com base no Fedro, um das obras mais influentes de Platão. Esta obra que tanto causa confusão até os dias atuais, relata diálogos entre os amigos Fedro e Sócrates, numa alucinante discusão sobre o amor. Recomendo ao leitor, a leitura e reflexão desta obra estética e humanista, que resume de fato a filosofia platônica.

Teoria do Amor.

Fedro encontra Sócrates, este ao verificar que ele vinha da casa de Lisias (grandioso na arte da retórica) e trazia consigo um discurso do mesmo , convidou o amigo para lerem os escritos. Procuraram um lugar pacifico, onde puderam sentar e refletirem sobre o tema.
Segundo o discurso de Lísias, não se deve prestar favores a quem se ama, e sim a quem são dignos de favores. Os apaixonas são conduzidos ao esquecimento, e cometem injurias; Estão sob a cegueira do amor, não prestam atenção nas coisas, pois querem agradar seu objeto amado. Lisias diz que “os apaixonados afirmam ser os melhores amigos daqueles a quem amam e estar prontos para suportar injurias”. (PLATÃO, 2007, 61)
O amor é causa de piedade, pois o sujeito que ama nunca revelará ao seu amado a realidade das coisas, portanto estará numa mentira. Quem presta favores aos amados, espera que este reconheça seus favores e os retribua da mesma maneira. Uma forma egoísta que força a outra parte retribuir sem desejar. Porém, o autor do discurso faz elogio aos que não são servos do amor, afirmando que “os que não estão sujeitos a paixão não alegam o desleixo dos negócios, nem os esforços despendidos, nem as dissensões que tiverem com parente”. (PLATÃO, 2007, 61) Portanto não ha motivos para arrependimentos quando não se ama, pois quem ama após saciar sua concupiscência arrependem-se.Sobre o amor, não devemos confiar em quem nos ama, pois quem nos ama louva nossas palavras e atos e não se preocupa com a verdade por medo de perder a paixão. Lisias se refere às ilusões do amor e aconselha os cuidados que devemos tomar com a paixão.
Um segundo discurso é feito, muito mais belo, desta vez por Sócrates. Gostaria que o leitor prestasse atenção ao fato que Sócrates em seu discurso apenas ressalta o desejo dos amantes, mas mantêm alguns traços do texto de Lisias. O amor é desejo, mas nem todo desejo é amor.
Existem dois princípios que levamos em nossas vidas, “um é o desejo inato do prazer, outro a opinião que pretende obter o que é melhor”. (PLATÃO, 2007, 69) Um indivíduo pode sentir ambos os princípios dentro de si. Ora acontecem conflitos, ora um poderá se sobrepor ao outro. Pode-se observar um exemplo: Um casal está separado pela distância, ambos estão empregados em bons negócios, porém o desejo inato permite que se desleixem das responsabilidades. Neste caso o desejo se sobrepôs à razão. O amor transformou as possibilidades individuais.
Sócrates faz uma citação em relação aos apaixonas, que é de suma importância observar: “(...) o amante tem vergonha de dizer que se tornou outro, e, além disso, é incapaz de cumprir as promessas e juramentos feitos sob o domínio da loucura da paixão (...)”. (PLATÃO, 2007, 73) O amor então, não seria motivo de inveja, e sim um ato egocêntrico, e por vezes utópico.

Ao longo do diálogo, Sócrates e Fedro trocam de cenários e permitem-se discutir sobre os dois discursos pronunciados anteriormente. Como num estalo da alma Sócrates pronuncia que se enganou em relação a seus depoimentos e um terceiro discurso é feito por ele. Neste último discurso e talvez o mais importante, Sócrates expõe o amor sob diversas explicações fragmentadas.

Começamos com o depoimento de arrependimento, em que Sócrates confessa arrependimentos ao seu amigo Fedro: “Sou adivinho, mas não sou hábil; sou como os que não sabem ler e escrever: só faço adivinhações para mim mesmo. Agora vejo com clareza o meu pecado. Meu amigo! A alma tem o dom de profetizar.” (PLATÃO, 2007, 76)

Sócrates percebe que cometeu um erro terrível, e diz “Agora vejo com clareza o meu pecado”, ele se refere ao pecado que cometeu aos deuses, e principalmente a Eros filho de Afrodite. Como Eros é um ser divino não poderá ser mau. Então tanto seu discurso quanto o de Lisias procura apenas impressionar os tolos.

Elogio do amor
(proferido por Sócrates): Segundo seu terceiro discurso, não seria prudente dizer que devemos prestar favores aos não-apaixonados, apesar desses não agirem com racionalidade, agem com a loucura, e ela não é um mau e sim uma verdade inspirada pelos deuses. A Profetisa de Delfos, por exemplo, presta grandes favores quando está em estado de delírio, e em momentos lúcidos faz as coisas menos importantes.
Sobre a alma é importante que se conheça a alma de todas as coisas antes de se referir a qualquer assunto. Pois toda a alma é imortal, porque o que nos move é imortal. Sócrates se encontra por vários momentos de seu discurso tomado pelas inspirações das deusas, ele observa agora as idéias do amor num modo inteligível, que vem da alma - onde a idéia de amor é perfeita. E revela que
o amor foi enviado ao amante e ao amado, não pela sua utilidade material, mas, ao contrário, esse delírio lhes foi incutido pelos deuses, para sua felicidade. “(PLATÃO, 2007, 81).
É interessante observar que o amor sempre será um tema de importância para a humanidade. Mas Sócrates nos alerta ao fato de que se deve conhecer o que se diz, antes mesmo de pronunciar.


quinta-feira, 16 de junho de 2011


História, e devaneios.

Daiane Leticia Colombi


A história perpassa na existência de cada orvalho, cada folha, cada ser nas suas mais diversas atitudes, medos, vitórias, glórias, devaneios, e qualquer outro sentido racional ou não. Mas o questionamento em pauta, coagindo do centro d’alma, que se pretende indagar ao leitor é, “o que é história, como surgiu?” Devemos, prioritariamente, entender a multiplicidade de informações jorradas diariamente, entender que não é o ser humano o protagonista de tudo o que vemos e sentimos, e sim a existência do mesmo e de todo o cosmo.

Mito e história, a saga de boa parte dos historiadores, e afirmo, não com veracidade, que a muitos deve sucumbir ao extremo do delírio, é a tentativa ingênua de desvendar o destino fúnebre da antiguidade até os dias remotos! Em meio a catástrofes naturais, mortes, guerras, o ser humano conseguiu transformar quase todas as experiências, em letras, desencadeando em palavras com homofonias por muitas vezes semelhantes e significados totalmente independentes. Assim como Lucrécio, é possível comparar letras a átomos, numericamente tão insignificante, mas que compõe toda nossa diversidade. Mas bem, não adentremos na problemática das palavras, e sim na sua representativa importância para a história, e penso que o leitor desconfia do rumo ambíguo desta trama, estas tais palavras de homofonias parecidas e significados independentes compõem boa parte do entendimento histórico e espiritual, nos confiada como “verdade”, pelas instituições e intelectos de todas as partes.

Deve se tratar com extrema delicadeza a transformação de qualquer ação em palavras, até mesmo pela dificuldade que isto representa, acredito na minúcia do escrivão ao exibir no papel, por exemplo, todo o sentimento que culminou a uma guerra, toda a alegria de uma gloria, toda a observação minuciosa de uma obra de arte. E talvez por se tratar de algo tão paradoxo, ao ler um documento, sente-se a insegurança de estar pisando em falso.

O que se pretende neste trabalho, não é apresentar referências de documentos, que para o autor do mesmo, possa ser confiável ou não, e sim discutir a problemática do tempo e a história. É de ingenuidade mundana acreditar que não há fontes confiáveis, e vice e versa, aos que acreditam demasiado nelas. Sabemos da importância dos documentos, e fontes, na atualidade de nossa evolução, pois sem estes não há historia, mesmo ela existindo independente da vontade coletiva. O estudo da historia tem sua importância, justamente (mas não unicamente) na tentativa de pesquisar a fundo o que envolve, atinge o ser humano e sua morada, e penso, devemos esquecer as oscilações entre o abstrato e o real, pois não sabemos muito da existência do todo, podemos estar dando passo para trás com isso, mas estamos dando passos!

Assim como o filme Mulhollan Drive de David Lynch, lançado em 2001, em uma cena, em que duas moças se encaminham a uma espécie de teatro misterioso, onde o ilusionista apresenta um espetáculo brincando com o surreal e permitindo dar formas inimagináveis a cabeça dos espectadores, pode se compreender alguns dados históricos. A moça (espectadora) assustada ouvia com atenção os devaneios do ilusionista que proferia a seguinte frase: “não tem banda, isso tudo é uma gravação, não tem banda, mas mesmo assim ouvimos uma banda, se quiserem uma clarinete, ouçam, é tudo uma gravação”. Incrivelmente torna-se útil, para esta escrivã, aplicar ao contexto que tento vos explicar, e pode simplificar tudo o que foi dito antes, apenas utilizando das palavras do ilusionista as minhas, NÃO TEM HISTÓRIA, ISSO TUDO É UMA GRAVAÇÃO, NÃO TEM HISTÓRIA!



sábado, 11 de junho de 2011

Engenhosa
Daiane colombi

Por volta do séc. XIX nas grandiosas montanhas de Los Andes no Chile, um objeto de aparência estranha, que mais parecia uma obra mau feita de um cientista (sem dedos) maluco, foi avistada pelo historiador Ville Betunii. Nem esforços minuciosos, trabalhos contínuos e algumas pílulas para dor de cabeça bastaram para a compreensão daquela geringonça de parafusos soltos, que media 2 metros de altura e 1 metro de largura.
Ville entregou sua vida a um estudo profundo de reflexão sobre o objeto, analisou cada detalhe, e logo percebeu que o paradoxo que jazia em sua sala era o maior invento de todos os tempos. A máquina não só pertencia ao mundo físico, era envolto de algo sobrenatural, que irradiava energia sem precisar das modernidades humanas.
Para a tristeza da mulher de Betunii, a única pessoa que lhe deu efetivo valor em quanto vivo, Ville faleceu antes de completar sua teoria, mas como bom historiador fracassado que foi se preocupou em escrever passo a passo suas descobertas e testes que fizera na maquina durante sua ignóbil vida amargurada.
A máquina desde a perda de seu mentor ficou jogada numa sala, e como que sem importância estava tapada por um pequeno lençol fino de cor hospitalar. Porem num dia de sol e chuva Loreta, uma garota de aparência pálida, chegou à porta da casa da mulher do falecido fracassado e tocou a campainha-que não funcionava. Mas a mulher do defunto atendeu misteriosamente o chamado, é que ela estava por acaso olhando a paisagem da janela de seu quarto. Conversaram por um longo tempo, já que não dialogavam há muitos minutos com alguém.
Alguns anos se passaram (três anos), e Loreta finalmente descobriu a descoberta. Com a ajuda dos escritos de Betunii e sua criatividade imparcial, ela avistou uma abertura ao lado esquerdo da maquina levando a uma alavanca grossa de metal. Muito extraordinariamente a alavanca quando puxada brincava com o tempo, fazia a massa se transformar em energia e energia em massa, tele transportando quem quisesse pra lá e acolá.
Loreta ficou tão contente que até ganhou cor de gente, mas ela nunca revelou seu segredo-a não ser a um homem lindo de olhos verdades com quem trocava saliva, a sua querida mamãe de seios fartos, a vizinha que fazia bolos de chocolate, ao moço estrábico que cortava grama, a tia de sua mãe com nariz de batata e voz de peixe, ao padeiro que via unicórnios. O fato era que a garota descobriu uma maquina do tempo, e descobriu como usar a maquina do tempo! Desde então Loreta passou a brincar de ir e vir ultrapassando as barreiras da historia, mudando rumos, salvando pássaros e pessoas pelo tempo a fora.
Loreta morreu de desinteira num dia frio de agosto aos 104 anos, mas deixou sua descoberta para o mundo, que nunca descobriu nada. O que se tem duvida é, isso tudo aconteceu ou é um deslocamento das vias cerebrais de todos que nela tocaram? Um senhor psiquiatra afirmou a veracidade da maquina! Publicou vários depoimentos sobre sua viagem e de seus pacientes. O mistério permanece, e quem quiser saber mais é só fechar os olhos e imaginar... Pois tudo isso não passa de um sonho.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010


"Enquanto a raça humana aceitar Senhores e Deuses, nós estaremos aceitando uma existência da servidão. Quando nós finalmente lembrarmos que nosso próprio reino foi tomado, quando finalmente olharmos para nós mesmos como nosso próprio Mestre ou Deus, então e só então estaremos livres ."

Você é seu próprio deus, você é o mestre de seu destino – se você puder lembrar A Verdade.


Desafie, desafie... A verdade está diante de si!
O rei lagarto, não pode fazer o que quiser.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Máquina pepel, vestibular...

Máquina papel, Vestibular.

Há tempos! Não há laterais de saída. Sucumbindo pelo céu vejo abaixo serrados (alfa) (beta).
- Me espere- Sempre a perturbação.
Mente projetada pra baixo não vai pra frente, já dizia vovó.
Espere-me?! Pra ir aonde?! Quer que saiba “falar certo”, “saber número”, meiose e mitose, ângulos e catetos opostos.
Se quero saber? Até jacaré qué!
Mas como já dizia vovó, cabeça que aponta pro lado não vai pra frente!
Jacaré pergunta a cabeça pra baixo:
Sabes da tal máquina papel vestibular?
Secunda-lhe, pois então a cabeça:
-Sei sim.
-Estudas, não?
-Estudo sim.
-Sabes, não?
-Sei não!
Jacaré pergunta então a cabeça que aponta pro lado:
-Sabes da maquina papel vestibular?
Secunda-lhe a cabeça:
-Sei sim!
-Estudas, não?
-Estudo sim.
-Sabes, não?
-Sei não!
Jacaré abre a boca, quase que come a bola sol.
Jacaré pergunta pra cabeça pra frente:
-Sabes da máquina papel vestibular?
-Secunda-lhes, pois a cabeça:
-Sei sim!
-Estudas, não?
-Estudo sim.
-Sabes, não?
-Sei sim!
Jacaré ‘sabeu’ no instante. Estudar é pra todos, gostar é pra poucos.
Como já dizia vovó, cabeça que aponta pra frente, vai pra frente.



O terror do vestibular...
Boa sorte!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

...E agora?!

Numa conversa de mil vezes mil palavras e momentos, questionou-me um simples fato: o que é o agora. Como definir o agora. Uma fração de segundos, um conjunto de momentos dividido pela somas de cada agorinha de vida "sobre -vida"?! Só tenho a agredecer amiga Núbia, que me instigou a pensar mais sobre o agora! Obrigada pelo colapso mental.
Pensamentos revertidos a ventos , soprados pela memoria ao infinito da criatividade. Passa-tempo-passa-passa, vento mar maré, não se sabe o que passa pela fé. Nada e tudo pode se explicar, mas o agora nada vai mudar. Existe ontem, existe amanhã só o agora que foi passear. Ou reverte tudo e fingi que entendeu.

Ai vai minha dedicatoria aos amigos e o lual sem lua, com muito vento e chuva, num êxtasi de idéias, com certeza o melhor...



Amigo, pense. Faz bem. Mas só agora....

O que você está pensando agora? E agora? ...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...e agora?...

domingo, 20 de setembro de 2009

Sátira.

O ócio Criativo.


O bom pai ogum soltou-se da garrafa. Há tempos estava preso, sem ver o raiar do dia.
Agora queria comer. Correu até o poço pra falar com amigo Ogilá.
- Fome, fome... pressa, cumer, cumer.
Ogilá que nada bobo era, correndinho foi às margens plácidas do heróico Brado, e exclamou aflito:
-Pai Ogum está cum fome, fome, pressa.
Brado rei das margens plácidas contemplou o gand sol da liberdade, para pedir ajuda. Então brilhou no céu da pátria naquele instante, letras gregas com mensagem sublime:
-Se o penhor!
Brado entendeu e agradeceu grand sol, e se direcionou a caminho do Se o Penhor da Igualdade.
-Se o penhor, vos dessa igualdade, que já conquistou com braço forte um dos seios do sol da liberdade, nos ajude. Ogum está cum fome, fome... pressa, cumer, cumer.
Se o Penhor secundou-lhe então:
Salve, salve bradinho. Mande salvações pro liberdade lá. Ogum, pai pai pai três vezes rogado por nós. Pai está cum fome? Ei de desbravar até a natureza própria do gingante, pra ofertar o bom pai Ogum.
Com a pressa de Maria cheia de graça, deu um pulo tão alto que caiu deitado na terra do gigante impávido.
Na disparada seguiu e topou cum a arvore Volomã. Nos galhos mais altos estava cheinha de frutos. Se o Penhor sacudiu e caíram as frutas.
Interceptou o tempo um grito colossal de longe.
- Quem na minha natureza se atreve a entrar.
Era o gigante impávido.
Se o penhor branqueou. Não obinha a força suprema pra enfrentar o gigante. Sentiu vontade de chorar.
A arvore Volomã recebeu três pedradas do gigante, que tentava acertar Se o Penhor. Na forma de revolta, retribuiu com sete frutos no chuí do Gigante. Gigante caiu no chão, e fez um barulho que acordou até os filhos do solo da mãe gentil.
Se o penhor derramando os frutos no chão de tanto correr, foi caçado pelo gigante que contava com uma corda de cabelos trançados de Iemanjá. Laçou e puxou Se o Penhor para seu castelo feito de ouro e cristais.
No calabouço Se o Penhor era colega de cela de Pátria. Essa lhe contou a historia, de como havia sido presa pelo gigante. Pátria era um dos filhos do solo da mãe gentil. Ela e seus irmãos Amada e Brasil, tinham herdado os super poderes da sua Tia Terra.
Se o penhor pediu então que lhe ajuda-se. Pai Ogum estava cum fome, fome... pressa, cumer, cumer.
A pátria com o poder vocal atômico, berrou tão alto que ecoou lá no berço esplendido. América escutou o suplicio.
- Ó pai ogum está cum fome, fome... pressa, cumer cumer!
América namoradinha de Brasil o irmão da Pátria, vivia deitada no seu palácio do berço esplendido ao som do mar a banda de candomblé preferida. Pasma com o suplicio de Pátria cunhada, levantou-se depois de 10 anos deitada. Correu até o jardim, mas já fadigada voltou pra tomar água. América obesa de dar dó. Da sua janela então, iluminou o novo mundo, ordenou que caísse uma chuva de lagostas pra servir o bom pai Ogum.
Tia terra, risonha, linda com fios de flores com vida e amores era muito vaidosa. Interceptou o pedido de lagostas.
- Ninguém não! Ninguém estraga meus fios de flores.
Com muita fúria de saber que o gigante da própria natureza havia prendido sobrinha Pátria, largou terremotos. Tão forte foi, trouxe de imediato Se o Penhor e a pátria até ela.
-Ogum está cum fome, fome... pressa, cumer cumer. -Esboçou pra fora da boca sobrinha Pátria.
- Ogum pai três vezes rogado por nos não pode ter fome. Vão para o lábaro.
O lábaro que ostenta os estrelados era um lugar mágico.
Com ajuda da tia terra, num bruto chute caíram de para quedas no reino encantado.
Verde-louro dessa flâmula, belo príncipe no reino do lábaro, veio.
- A que devo a honra dessa visita?
Secundou então Se o Penhor:
- Verde-louro príncipe II, vos que é belo, nos concede a formula da paz da glória no futuro e no passado. Pai ogum se libertou da garrafa e tem fome, fome... pressa, cumer, cumer.
O corpo dele relumeava de ouro cinzado. De suas entranhas jorrou a formula da paz da gloria.
Com um pulo de cinqüenta vezes cinqüenta km, Pátria agarrada no colo de Se o Penhor foram parar no poço onde estava Ogum. A formula se transformou num lindo banquete,
saciando a fome de Ogum. Ele agradeceu festarejando, com a presença da grande banda mar. Onde todos felizes embriagaram-se até secretarem líquidos verdes pela boca.
Lá a riba no céu de anil, Joaquim fumava um cachimbo. Emocionado com a historia, mandou carta pro amigo Francisco.

-HINO NACIONAL.

Deu frutos ao pensamento do receptor, que originou um famoso poema aí. Dizem até que se chama Pátria o Lugar, em homenagem.
Bom seria se fosse real, pois não coincidi com a verdadeira historia do lugar. Mas deixe, Importa é que Pai ogum cumeu, cumeu.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Os governos de Brasil e Paraguai assinaram um pacto bilateral selado em julho, segundo o qual Assunção passará a receber três vezes mais pela energia da hidrelétrica de Itaipu que vende ao país vizinho.

"Já não somos o Paraguai que recolhe migalhas", afirmou Lugo, que discursou após assinar o documento. "Temos um plano de diálogo com o mundo que flui com a força ética da participação cidadã de 20 de abril", complementou, referindo-se ao dia em que foi eleito, no ano passado.

America Economica
02/09/09


"A Verdadeira História de Itaipu"

A maior Usina hidrelétrica do mundo, a Itaipu, é binacional. Fica no trecho de fronteira entre Brasil e Paraguai. Se estende desde Foz do Iguaçu, no Brasil, Ciudad del Est, no Paraguai ao sul, até Guaira (Brasil) e Salto del Guaira (Paraguai), ao Norte.
Desde que a idéia de erguer a maior usina hidreletrica começou, o projeto foi todo brasileiro. O Paraguai na época não tinha condiçoes nem interesse em construir Itaipu. Ora, pois, atualmente ela fornece menos de 15 % de enrgia ao Paraguai.
Na época de estudo da construção da usina, os engenheiros brasileiro, projetavam que a construção fosse somente brasileira. Dentre muitas revoltas do Paraguai, que afirmava que uma parte se estendia em seu territorio, não foi possivel transformar o projeto nacional.
Brasil e Paraguai, que na época viviam em plena ditadura, fizeram um acordo. Como Paraguai não tinha condiçoes de arcar com beneficios financeiros para a construção, firmou-se um pacto. O Brasil bancaria o projeto, sendo que ambos os paises receberiam metade da energia gerada, aquele que não consumise toda a energia produzida, seria obrigado a vendar o restante ao outro país a preço de custo, no caso Paraguai. E essa ERA a forma do pagamento da divida.
Ao todo a obra teve um custo de U$S 30 bilhões, foi Banco do Brasil que emprestou a parte paraguaia da composição do capital inicial de US$ 100 milhões. Ficou estipulado que o Paraguai deveria cobrir a divida ao longo de 50 anos, vendendo parte de sua energia num preço de fato baixo.
Concluímos então que a idéia primordial, o capital, projeto, mão de obra, foi totalmente Brasileira. E nossa grande usina é binacional.
Agora com a eleição do Presidente Fernando Lugo em 2008, entra em contrapartida a reavaliação do custo da energia cedida ao Brasil. Com as alianças feitas o Brasil pagará U$S 320 milhões ao invés dos U$S 120 milhões anteriores.
Fica ai uma concordância ou discordância, o que é o melhor e o que é viável. O presente ou o Futuro.
A muitas intenções por de trás de ações. Por isso pensem.


O que você faria?

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Nas Coordenadas


Na superfície do papel, projeções cartográficas. De forma plana mostrando-me dimensões terrestres, trópicos, latitudes, acidentes gráficos naturais ou artificiais, paralelos e meridianos formando 90°, tudo aquilo que representa.
Naquele especifico azimutal, onde as distorções são maiores, abre uma nova percepção. Porque não girar a 180° graus o mapa mundi? Ora, podemos obter o mesmo resultado.
Diz meu professor que é de suma importância tal conhecimento cartográfico, que não devemos nos enganar ao olhar o mapa. Que países subdesenvolvidos sempre serão subdesenvolvidos. E devemos mudar nossa consciência para ajudar.
Mas nunca seremos justos, se não olharmos aquelas criancinhas, e escutar seus prantos convulsivos de fome, de dor e decepção. Tenho eu também que me acostumar. Deixe um pouco os mapas, deixa que o norte seja o norte. Pra quem precisa de ajuda, as atitudes valem muito mais.
Do que adianta a nós e a eles saber tanta história e geografia, se no próximo dia não saberemos a quem mais eles mataram!
Pensem naquele especifico azimutal. Pensem que nele existem criancinhas chorando de fome e não por uma coordenada geográfica.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Art's





É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração
Mas pra fazer um samba com beleza
É preciso um bocado de tristeza
Senão, não se faz um samba não


Senão é como amar uma mulher só linda
E daí? Uma mulher tem que ter
Qualquer coisa além de beleza
Qualquer coisa de triste
Qualquer coisa que chora
Qualquer coisa que sente saudade
Um molejo de amor machucado
Uma beleza que vem da tristeza
De se saber mulher
Feita apenas para amar
Para sofrer pelo seu amor
E pra ser só perdão

A vida não é brincadeira, amigo. A vida é arte do encontro. Embora haja tanto desencontro pela vida.


Samba da benção- Vininha.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Narração.

Proposta de texto.

As aparências enganam.

Olhos fundos. Verdes como o mar. Vermelho da paixão. Com eles me fitava, naquela noite inocente de outono. Não sabia bem o seu nome, mas sabia o motivo daquela viajem.
Trouxe mais um copo de whisky- Obrigada! - E direcionei meus pensamentos aquela figura patética que se debruçava oferecendo-me um gole.
De repente, me vi envolvida e logo aceitei sua proposta.

– Vamos, vamos o céu está lindo!
E sob as estrelas puntiformes, lançou-me um olhar. Ah! Aqueles olhos verdes como o mar. Não reagi.
Ofereceu-me mais um gole. Aceitei. Senti um leve toque nos cabelos. Estremeci. Como criança desejava ter aquele brinquedo.
Foi quando, deslocando seu músculo para chegar mais perto, sua voz mudou de timbre. – Quero dizer-te uma coisa, mas mantenha em segredo.
Não respondi. Meu olhar dizia mais que mil palavras. - O grande momento. - Pensei!
Estava tão só. Aquele rapaz que conheci apenas dois dias já enlouquecia meu corpo de reações químicas. – Meu bem- Dizia ele. - Tão sereno seu olhar. Tão enigmática a sua boca. Já me és tão especial, que é impossível não ter...
Nem acreditei quando ouvi. Eram simples as palavras, mas bastava para me entregar a seus braços.
Não esperei que terminasse a frase. Logo apertei sua mão. Olho-me com diferença. Não me importei, já estava sentindo o pulsar do coração dizendo. Prossiga.
Sua alma entrelaçava a minha. Molhou os lábios. Baixou a cabeça e sorriu. Sabia que queria dizer mais alguma coisa e com ansiedade aguardava. Fechei os olhos, a fim de obter uma sensação mais caliente.
Senti bem perto o pulsar do coração junto ao meu. E num piscar de olhos levantou-se, ajoelho em minha frente e suspirou.
-Como é bom estar apaixonado- Apenas sorri como de costume. –Sinto vontade de abraçar, beijar, tela em meus braços. Chegou junto ao meu ouvido, fechei os olhos novamente:
-Qual o nome da sua amiga mesmo?!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Poema astral

A noite Tecida no azul transparente
De calma, delírio e da terra a sonhar
Reflete o universo sereno, ascendente
Girando nas mãos dum relógio estelar
Na espera do cosmo etérea, infinita
Imerjo meus olhos além de seus planos
Por onde minha alma divaga e gravita
Buscando livrar-se dos lobos humanos
Pr'além das estrelas que espalham no céus
O polén sublime de encanto astrais,
Mergulho para sempre na luz de seus véus
Aflito na dor e tristeza não mais.

Poema escrito por Katatonic


As almas são incomunicáveis.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Comprensión


Criamos totens
porque não suportamos
o desnudar de nossas diversas faces:
sombrias, suicidas, vazias, imaginarias.
Expostas em atos
selvagens, animalescos, carnais.
Que rompem a madrugada
no vazio do silencio
que nos encoraja
sob feito do álcool
corromper a lógica
irromper no ato animalesco
na quebra visceral dos
atos em desatos
sob a sombra da noite...
Você me amava tanto
E eu nem te queria.

Cúmplice ou deletora.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Que lugar os animais não-humanos devem ocupar em um sistema moral aceitável?


Estamos na loucura. Estamos no ápice. Estamos na fase. Estamos melhor.
Cremes pra cabelos, pele, axisalas, pés, mãos, joelhos, cotovelos. Perfumes pra criança, pra mulher, pra homen, pra cachorro, pra passaro. Msn, orkut,e-mail. Carros, celulares, internet, Mp12, homens na lua que loucura, quanta bravura!
Parabéns, conseguimos completar as nossas vidas com suportes tecnologicos, somos mais felizes. Não é atoa que de acordo com dados do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), entre os meses de janeiro e julho do ano passado, o número de trabalhadores afastados em decorrência da depressão aumentou em 16,57%, em relação ao mesmo período de 2007.
O que nos tornamos? Monstros.
Não olhamos a beleza de um olhar, de um amor. Temos a capacidade de prender nossos semelhantes, numa sala laboratorial e usar deles, como alavanca compulsória, para uma vida mais segura, fazendo testes desnecessários, e ainda assim concluir que é o melhor.
Deixamos de acreditar, de colher, de amar.
Mas existe uma situação pior, pior dos que fazem, dos que perderam toda a compaixão, dos que fecharam os olhos e o coração. É daqueles que ainda sentem, que vêem o mau e os temes, é daqueles, que criticam e querem mudar. E nada fazem para ajudar.
Se travam nos seus quartinhos e choram por suas ignobeis vidas, choram por si, choram pelo mundo. Lagrimas não salvam ninguém.
Ainda temos o poder de mudar, de correr, somos fortes, somos importantes, e não somos a minoria. Cada qual tem o poder nas mãos. Use elas, em beneficio daqueles que não as tem.
Ajude quem precisa.
Diga não a teste.
Diga não a maus tratos.
Diga não ao abandono.
Diga não a falta de compaixão.
Pense, evolua!
Para um mundo melhor... Ajude!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Protesto

Protesto!
Protesto ao protesto
Protesto em manifesto...
De um dia acordar
E tudo em ordem estar!

Mas ordem não existe
a vida é que oprime
e nos obriga a ver a beleza
do mundo de sete cabeças!
Protesto
Protestinho
Se tudo fosse poesia
Ah que maravilha!